O Encontro OVNI de Gimbal

Inspirado em diversas fontes, incluindo eventos documentados, relatos de encontros, anedotas pessoais e folclore. Alguns nomes, locais e detalhes de identificação foram ajustados para fins de privacidade e continuidade narrativa.

Ei, obrigado por atender minha ligação. Sou um ex-piloto da Marinha, e preciso falar sobre algo que aconteceu em 2015. Fiquei quieto sobre isso por anos, mas agora que parte disso veio a público, acho que é hora de contar a minha versão. Então, isso foi durante um exercício de treinamento ao largo da Costa Leste. Janeiro de 2015. Fazia um frio danado por lá, mas o céu estava limpo, visibilidade perfeita. Eu pilotava um F/A-18 Super Hornet, parte de uma missão de treinamento de rotina com meu esquadrão. Já fazia semanas que realizávamos esses exercícios, no mesmo espaço aéreo, com os mesmos procedimentos. Nada fora do comum. Só mais um dia. Naquela manhã, tinha tomado café com meu companheiro de ala antes do briefing. A gente ficava brincando sobre como aquelas missões de treinamento estavam ficando chatas. Eu me lembro disso. Engraçado como a gente se lembra das coisas pequenas.

Estávamos a cerca de 7.500 metros de altitude, executando nossos exercícios, quando os sistemas de radar começaram a captar algo. A princípio, achamos que era uma falha. O objeto não se comportava como nada que tínhamos visto antes. Não aparecia da forma como aeronaves normalmente aparecem. Então fomos direcionados para investigar. Procedimento padrão quando se tem um contato desconhecido no espaço aéreo restrito. Enquanto nos aproximávamos, eu observava nas telas e pensava: tudo bem, talvez seja um drone. Talvez seja algum tipo de balão meteorológico que derivou para a área. Você tenta racionalizar, sabe? Mas então avistamos visualmente pelo pod de mira. E foi aí que tudo o que eu achava que sabia simplesmente foi pelos ares. Aquela coisa voava contra um vento de 120 nós e não se movia. Só pairava ali. Sem asas. Sem escapamento. Sem turbulência de rotor. Nada.

Estava travado nele com o sistema de mira infravermelho, e podia vê-lo com clareza na tela. Era oblongo, como um Tic Tac ou uma forma de pílula, mas tinha este... nem sei como descrever. Parecia quase incandescente no infravermelho, mas a forma era sólida. Bordas definidas. E então começou a girar. Simplesmente rodava no próprio eixo, e eis a questão: ao girar, não mudava de velocidade. Não inclinava nem balançava. Apenas girava suavemente enquanto mantinha sua posição contra aquele vento. Eu assistia a isso em tempo real, e meu companheiro de ala também estava vendo. Estávamos nos dois no rádio, e ele dizia a mesma coisa que eu estava pensando. O que diabos é isso? Todo o encontro provavelmente durou cerca de um minuto antes de termos que nos afastar. Mas eu observei aquele objeto fazer coisas que não deveriam ser possíveis. Nenhum meio de propulsão visível. Nenhuma assinatura de calor onde os motores deveriam estar. Apenas aquela coisa, pairando e girando no ar como se desafiasse a física.

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