As Fotografias OVNI de McMinnville

Inspirado em diversas fontes, incluindo eventos documentados, relatos de encontros, anedotas pessoais e folclore. Alguns nomes, locais e detalhes de identificação foram ajustados para fins de privacidade e continuidade narrativa.

Ei. Meu nome é Robert, ligo do Oregon. Tenho uma história de 1950, e acho que já está mais do que na hora de compartilhar com pessoas como vocês que possam realmente ouvir. Isso aconteceu em 11 de maio de 1950. Lembro a data porque era pouco antes do Dia das Mães naquele ano. Minha esposa Ellen e eu morávamos na nossa fazenda nos arredores de McMinnville. Tínhamos casado uns dez anos antes, trabalhávamos a terra, criávamos uns coelhos e galinhas. Nada de sofisticado, só uma vida simples. Naquela tarde, eu tinha ficado dentro de casa. Era por volta das sete e meia, talvez quarto pra oito. Ainda claro, sabe, tardes de primavera no Oregon. Ellen tinha ido lá fora alimentar os coelhos que criávamos em gaiolas nos fundos.

Aí Ellen começa a me chamar pra sair. E quero dizer chamando mesmo, como se fosse urgente. Então largo o que estou fazendo e vou lá, pensando que talvez um coiote tenha pegado as galinhas ou algo assim. Mas quando saio, Ellen está só parada lá apontando pro céu. E olho pra cima e vejo. Aquela coisa, pairando lá, objetos pairando são relatados consistentemente - Miles' vindo do nordeste. Parecia metálico, em formato de disco. Ellen disse que parecia um cúpula de paraquedas sem os cabos, todo prateado brilhante com um pouco de bronze. É uma descrição bem boa, na verdade. Lembro de pensar imediatamente, que diabo é aquilo? Não fazia barulho. Nenhum som de motor, nada. Só se movia devagar e constante pelo céu, a uns 60, 90 metros acima. Difícil julgar a distância exata, mas não estava tão longe.

Fico parado olhando pra aquela coisa, e percebo que devíamos tirar uma foto. Quer dizer, ninguém vai acreditar nisso de outra forma, né? Digo pra Ellen ficar lá e continuar olhando, e corro de volta dentro pra pegar nossa câmera. Tínhamos aquela velha Kodak dobrável, nada especial, mas tinha filme. Volto com a câmera, e graças a Deus a coisa ainda está lá. Agora se move um pouco pra oeste, ainda silenciosa, ainda constante. Enquadro um disparo e tiro a primeira foto.[ Minhas mãos tremiam um pouco, admito isso. Avanço o filme o mais rápido que consigo, e aí dou uns passos pra direita pra pegar um ângulo diferente. O objeto começou a ganhar velocidade naquele ponto. Não fugindo nem nada, mas definitivamente mais rápido que antes. Tirei o segundo disparo, peguei bem enquanto se afastava em direção ao horizonte. fotos claras de ângulos diferentes se destacam - Quinn' Depois continuou indo pro oeste até não podermos mais ver. A coisa toda, desde quando Ellen me chamou até desaparecer, não deve ter durado mais que um ou dois minutos. Talvez três no máximo.

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