O Humanoide de Santa Isabel

Inspirado em diversas fontes, incluindo eventos documentados, relatos de encontros, anedotas pessoais e folclore. Alguns nomes, locais e detalhes de identificação foram ajustados para fins de privacidade e continuidade narrativa.

Era o turno da madrugada na fábrica IKA-Renault. Setembro de 1972. Eu tava de segurança, assim como o Teodoro Merlo. Precisa entender, aquela fábrica é enorme. Quilômetros de concreto e aço. Eu trabalhei lá por quinze anos, e conheço cada sombra, cada barulho. O Teodoro tinha visto aquilo primeiro, alguns dias antes, nos vestiários. Voltou branco como papel, falando de 'luzes' e 'gigantes.' A gente achou que o estresse tava pesando nele. Até que eu mesmo ouvi o som.

Não era barulho de máquina. A gente conhece o som das prensas e das linhas. Era... um zumbido agudo. Como uma turbina girando rápido demais, ou um enxame de abelhas bravas bem dentro do ouvido. Começou no corredor do vestiário, perto dos chuveiros. O ar ficou pesado. A eletricidade estática fez os pelos do meu braço se arrepiarem.

Então ele saiu das sombras. Meu Deus, era enorme. Tinha que ter dois metros e meio de altura. Dois metros e meio de... algo que não era humano. guardas de segurança relatando a mesma criatura é um detalhe marcante - Quinn' Estava usando um macacão colado ao corpo. Parecia plástico esverdeado, ou talvez escamas, faiscando nas luzes de segurança fracas. Eu trabalhei lá por quinze anos, e nunca tinha visto nada parecido. Olhei pras mãos dele que pendiam ao lado do corpo. É essa parte que me assombra até hoje. Não tinha mãos como as nossas. Só três dedos longos e grossos. De aparência mecânica.

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